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Professor Antônio Tadeu recebe o Título de Cidadão Pouso-Alegrense nesta última sexta

O trabalho realizado em prol de Pouso Alegre foi reconhecido, na noite de sexta-feira, dia 23 de outubro, por meio da entrega do Título de Cidadão Pouso-Alegrense. Um dos homenageados da noite foi nosso querido professor Antônio Tadeu de Sales Tótora, que está há mais de 30 anos ensinando e formando alunos em Pouso Alegre, no Colégio OBJETIVO.

A homenagem foi instituída pela Câmara Municipal de Pouso Alegre em 1960 e é uma forma de homenagear as pessoas que não nasceram na cidade, mas que contribuem para o desenvolvimento do Município. O título foi entregue no Plenário da Casa de Leis, e contou com a participação de autoridades e personalidades.

O Colégio OBJETIVO gostaria de parabenizar nosso professor Tadeu por todo o esforço e amor pela profissão que exerce com maestria, este reconhecimento é mais que merecido.

Confira algumas fotos desse momento:
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Sessão Cinema – Dialetos Regionais

Dialeto é a modalidade de uma língua caracterizada por determinadas peculiaridades fonéticas, gramaticais ou regionais. Cientificamente este conceito é conhecido por “variação diatópica”, “variedade geolinguística” ou “variedade dialetal”. Dialeto regional é a forma como uma língua é realizada numa região específica. Então podemos perceber como uma mesma língua pode possuir diferentes dialetos. Por isso, não temos uma língua errada, pobre ou feia, e sim, DIFERENTE e RICA.

Para os alunos 9º ano do Ensino Fundamental II entenderem melhor os recursos linguísticos, os professores Cleberson Disessa e Maria Gorete de Oliveira, que sabem da importância da utilização de recursos visuais que se apropriam de sentido didático e proporcionam o aprendizado, passaram aos alunos a tarefa de produzir vídeos que exemplificassem, por meio de cenas, as variações de pronúncia, vocabulário e gramática pertencentes à Língua Portuguesa no Brasil.

Confira abaixo o vídeo Centro Oeste News feito pelos alunos Gustavo Aguiar Paiva, Leonardo da Cruz Pádua, Pedro Henrique Barbosa, Pedro Henrique Corrêa Coutinho e Enzo Barreto Viana sobre o dialeto na região centro oeste do país.


Original Video – More videos at TinyPic

Professora Gislaine Buosi dá dicas de redação para quem vai fazer o Enem

O Enem está chegando e você está preparado?

A professora de Redação e Literatura do 3º Ano Integrado e Pré-vestibular do Colégio OBJETIVO Pouso Alegre, Gislaine Buosi selecionou três redações/dissertações cujos temas podem ser requeridos no próximo Enem ou em qualquer outro grande vestibular.

Tema 1: Doenças da Modernidade, por Gustavo Fechus, ex-aluno do Colégio Objetivo, hoje professor de redação;
Tema 2: Proposta de Flexibilização do Currículo do Ensino Médio, por Gislaine Buosi, professora de redação e literatura do Colégio Objetivo;
Tema 3: Bullying, por Gislaine Buosi, professora de redação e literatura do Colégio Objetivo.

Tema 1: Doenças da modernidade
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Por Gustavo Fechus

Na família, no trabalho, na rua, na igreja ou no bar, sempre há alguém que sofre com doenças psíquicas. Todavia, a frequência de diagnósticos como depressão, bipolaridade e déficit de atenção ainda divide opiniões: ao passo que alguns especialistas admitem que o reconhecimento dessas doenças representa importantes avanços para a medicina, outros as consideram simples “patologização” do comportamento humano. Mas qual seria a razão dessa divergência?
Primeiramente, há que se considerar que o século XX foi um período de profundas modificações dos paradigmas do homem moderno; afinal, “tudo que é sólido desmancha no ar”, já afirmava Karl Marx, em uma de suas formulações mais importantes. Na contemporaneidade, a solidez da família, da religião e das instituições sociais foi fundamentalmente substituída pela centralidade de um sujeito hiperindividualista e autossuficiente. Toda essa mudança, afirmam os estudiosos, tem contribuído decisivamente para o aumento das psicopatologias.
Como consequência desses transtornos, medicamentos antidepressivos têm sido amplamente comercializados pela indústria farmacêutica e, obviamente, receitados pela classe médica. Não se pode desconsiderar, todavia, que muitas vezes os diagnósticos são imprecisos, irresponsáveis e equivocados; assim, as prescrições médicas também o são, o que gera uma população de dependentes químicos que transfere aos remédios a razão de sua (in)felicidade.
Portanto, para interromper o ciclo de consumo desenfreado de medicamentos, é preciso coibir toda a cadeia produtiva – desde o laboratório, que manipula, passando pelo médico, que receita, batendo na farmácia, que comercializa, chegando até o paciente, que consome. Nesse sentido, o Ministério da Saúde, em parceria com Estados e Municípios, deveria aumentar a fiscalização sobre a venda de medicamentos sem receita médica; por sua vez, o Conselho Federal de Medicina deveria criar instrumentos mais eficazes para punir casos de negligência médica. A felicidade, afinal, não está à venda na farmácia.

 

Tema 2: Proposta de flexibilização do currículo do Ensino Médio
(Marquês de Pombal)2
Por Gislaine Buosi

Há aproximadamente dez anos, ministérios e secretarias debatem a proposta de flexibilização do currículo do Ensino Médio, tido como arcaico, vez que, não só incapaz de estimular o aprendizado, mas também ineficiente para inserir o estudante no mercado de trabalho. Aqueles que ainda defendem o currículo, apoiam-se na bandeira da tradição. Porém, uma ressalva: “tradicional” é aquilo que veio do passado e precisa ser preservado, enquanto que “arcaico” é aquilo que veio do passado e deve ser por lá mesmo abandonado. E então a dúvida: o currículo do Ensino Médio é tradicional ou arcaico?
Estatísticas nos dão conta de que a evasão escolar deve-se à grade curricular obrigatória, considerada por muitos adolescentes como enfadonha, difícil e inútil. Ora, a tabela periódica, os sonetos camonianos e o determinismo de Darwin nem de longe são atraentes ao perfil tecnológico do estudante do novo milênio, ainda mais quando chega ao conhecimento dele que as diretrizes e bases da Educação foram formatadas há trezentos anos, quando o ensino jesuítico foi golpeado pelo despotismo esclarecido.
A questão feita na abertura encontra resposta nas salas de aula, alunos enfileirados, um colado à nuca do outro, as mesmas réguas, as mesmas regras utilizadas pelos avós. Sim, tudo isso é arcaico. Apesar de o Marquês de Pombal, no Século das Luzes, ter revolucionado a Educação, é fato que uma nova revolução se impõe. Aquela, empreendida por Pombal, há de ser golpeada pelos intelectuais de hoje, que, decretando a obsolescência do currículo do Ensino Médio (diga-se agonizante), apregoem um novo, que dialogue, de fato, com os reclamos atuais.
Todavia, pretenderem os entusiastas da proposta de flexibilização do currículo do EM que o aluno, nos tenros 14 anos, escolha a grade que lhe sorria, não é de todo acertado. Isso porque é fato que o adolescente, no final do EM, aos 17 anos, tem sobre si o peso da escolha profissional – oportunizar essa mesma escolha, ainda mais precocemente, é errar duas vezes.
É preciso buscar o equilíbrio: o Ministério da Educação deve, então, remodelar o currículo do EM, antessala do Curso Superior (e não flexibilizá-lo), vez que, tal como está, pretende esgotar a Matemática e a Língua Portuguesa em quatro ou cinco aulas semanais, o que pode ser possível ao estudante da rede particular, pouco mais de 1 milhão, mas não ao estudante da rede pública, mais de 9 milhões – isso por motivos óbvios, os quais não cabem nessa discussão. Cabe aqui citar Einstein: “tolice é fazer as coisas sempre do mesmo jeito e esperar resultados diferentes.”

 

Tema 3: Bullying
A educação ascensão pela pedra
Por Gislaine Buosi

Consta nos anais da literatura que Lorde Byron, uma das mais influentes figuras do Romantismo britânico, era o protótipo do patinho feio. Isso porque o poeta pessimista do mal-do-século era coxo de nascença. Não fosse o bastante, há registros de que o pai dele era persona non grata – eufemismo para “bandido”, que o moço era usuário de droga, que se envolveu numa relação incestuosa, noutra homossexual. Resultado: bullying, ou seja, exclusão, piadinhas, apelidos. O bullying, tal como se conhece hoje, não é novidade, sobretudo o bullying familiar ou o proveniente do grupo ao qual uma pessoa está ligada e, por isso mesmo, deveria tê-la com afeto. A violência sistemática, na voz dos estudiosos, é uma forma de tortura socialmente aceita, e remonta à Idade Média, na época dos tribunais da família, quando discordar dos pais significava passar dias em praça pública, atado a uma árvore, à mercê das chacotas dos passantes. Todavia, a data de validade dessa brincadeira sem graça está vencida. Será?
É preciso trazer à tona, a despeito da nocividade do bullying de que tanto se fala hoje, que há quem reconheça seus pontos positivos, vez que tal provocação redunda no amadurecimento indispensável à vida profissional – o mercado é ofensivo, é tribal, é evolucionista, nos exatos contornos de Darwin. Lorde Byron, o coxo, roía-se de ódio e, por isso mesmo, passou a despejá-lo nas folhas de papel. Ponto para a Literatura satânica do século XIX – até porque, cediço que o sofrimento inspira e a alegria massageia. Outro exemplo imortal, nosso Machado de Assis, gago, epilético, pobre, mulato, 4º ano do Fundamental, risadinhas, adeus escola – esse, o ficcionista mais prestigiado do planeta.
No contraponto, as estatísticas multiplicam-se ao sabor da grafite: 60% dos jovens de 14 a 19 anos já foram alvo de violência na escola; 47% dos casos resultaram em mortes. Os estudiosos mais diligentes destacam as personagens do funesto enredo: agressor, vítima e testemunhas. Enquanto isso os legisladores pretendem delegar às instituições de ensino a missão de banir o bullying do ambiente escolar – e aqui há de se abrir um parêntese para lembrar a velha premissa: educação vem do berço. E quem é o bully senão alguém exatamente sem esse berço?
A demanda se aquece. É preciso que se encontre um ponto de equilíbrio. Afinal, a afronta de hoje pode ser o combustível da ascensão a que todos aspiram, porém não é nada agradável divisar a reta de chegada com os olhos roxos. E então pais e educadores devem se unir para fiscalizar o bully, acenando em favor daqueles que, por ora, estão oprimidos.

 

Bons estudos e boa sorte! 😀

15 de Outubro – Dia do Professor

Hoje é um dia especial. Não!
Hoje é um dia além de especial, é infinitamente importante.
Hoje é Dia do Professor. Opa! Professor? Sim.
Aquela pessoa que está presente em nossas vidas desde os primeiros passos, que nos ensina a ler e escrever “mamãe”, “papai” e “amor, que é “Tia” e “Tio” mesmo sem ter sobrinhos.
Aquele que enche o quadro negro de números e cálculos e jura que vamos precisar daquilo em nossa vida (e sim, vamos precisar quando menos esperarmos) mesmo achando que são coisas aleatórias que vamos usar só nas provas.
Hoje é Dia do Professor, daquele que é nosso amigo, nosso protetor, nosso mestre. Que prepara as aulas com amor para que tenhamos um futuro, para que sejamos cidadãos capazes de tomar decisões inteligentes, que tenhamos sucesso na vida.
Hoje o dia é de todos vocês, PROFESSORES e PROFESSORAS. Na verdade todo dia é, pois o que seríamos nós se não tivéssemos alguém com quem aprender? Com certeza ninguém estaria lendo esta singela homenagem porque se sabemos ler, escrever e raciocinar é graças aos PROFESSORES.

Nossa eterna gratidão e reconhecimento a todos os PROFESSORES do Colégio OBJETIVO, Curso Pré-vestibular, Cursos Técnicos, Inpettecc e UNIP Interativa.

Que o dom de compartilhar o conhecimento, a paciência e o amor sejam abundantes em suas vidas e que nunca falte motivação e inspiração.

PARABÉNS PELO SEU DIA!

 

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